sábado, 2 de janeiro de 2010

O reunir-se

Hoje em dia, vivemos um culto ao bem estar. Contrariando toda e qualquer palavra de Deus que condena tal atitude.
Se estamos "cansados", não vamos aos encontros. Contrariando a promessa do profeta de que, no meio da igreja, ele fará forte ao cansado. 
Se estamos "doentes", não vamos aos encontros. Contrariando a ordem de Jesus de impormos aos mãos uns pelos outros. E de chamarmos os presbíteros para ungirem com óleo.
Se estamos "em pecado", não vamos aos encontros. Contrariando a orientação de Jesus de confessarmos os nossos pecados uns aos outros.
Se estamos "abatidos", não vamos aos encontros. Contrariando a ordem de paulo de animarmos e consolarmos uns aos outros.
E não somente isso.
Muitos até faltam encontros sob a justificativa de terem mais tempo com suas familias. Esquecendo-se de que a família só alcança seu objetivo dentro do própósito eterno de Deus, que é ter uma família para Ele. E a igreja é a família de Deus.
Outros faltam encontros simplesmente pela pura espectativa de ficarem sós. Esquecendo-se de que Deus chamou os solitários para viverem em familia.

"Bom é viverem unidos os irmãos... é como óleo que desce sobre a barba de Arão..." (Sl 133)
Óleo significa unção. E barba significa maturidade, porque só os adultos têm barba.
Partindo desse princípio, os relacionamentos na igreja trazem duas coisas: Unção de Deus e maturidade. Quem não participa do relacionamento com a igreja, perde a unção de Deus, não ganha maturidade, não participa da alegria de Cristo, não tem visão correta de Deus... e o que é pior: está enfermo espiritualmente. E se torna presa fácil de satanás.

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